O seu negócio se paga?
A conta que quase ninguém faz: somar o que a empresa consome de dinheiro, de bens e do seu tempo, e comparar com o que ela devolve. Informe o CNPJ e mais oito números — gratuito e sem cadastro.
O retrato da sua operação
Como esses números se formam
Orientação geral a partir dos números que você informou. Não substitui análise contábil individual — fale com a JGVco para a leitura completa do seu caso.
O que a conta considera, e o que quase todo mundo esquece
A média de 12 meses, e não só o último mês
Um mês isolado pode ser o melhor ou o pior do ano. Decidir o futuro do negócio por ele é o erro mais comum — por isso pedimos os dois números e mostramos a diferença entre eles.
O seu tempo é custo
Trabalhar 12 horas por dia em um negócio que sobra pouco não é lucro — é salário mal pago disfarçado. Contamos seis dias por semana, que é o padrão de quem toca o próprio negócio, e é sobre esse total que a pergunta "vale a pena?" começa a fazer sentido.
Os bens parados dentro da operação
Veículo, maquinário, computadores e imóvel são dinheiro que já está lá dentro. Um negócio que sobra R$ 2.000 por mês com R$ 300.000 investidos rende menos que a poupança — e essa comparação só aparece quando os bens entram na conta.
O custo da sua vida, junto com o da empresa
A empresa existe para sustentar alguém. Separar as duas contas é correto na contabilidade e enganoso na decisão: se a empresa sobra R$ 5.000 e a sua vida custa R$ 9.000, o negócio está consumindo reserva, mesmo "dando lucro".